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Longevidade feminina: as quatro janelas que se fecham em sequência — e quando abri-las
Longevidade da mulher não é um exame, é um cronograma. Entenda as 4 janelas — reprodutiva, óssea, cardiovascular e oncológica.
Time científico Club
14 de jul.4 min de leitura


Humor, estresse e TPM: por que a mesma pressão adoece uma paciente e não a outra
COMT rs4680 e a sensibilidade ao estresse: entenda a base genética do humor e como individualizar a conduta em saúde mental.
Time científico Club
14 de jul.4 min de leitura


B12 e ferro: por que o “come bem” do seu paciente não garante o que o exame mostra
A dúvida clínica que abre a consulta Paciente onívoro, come carne, ovos e laticínios. Dieta boa, sem restrição. E a B12 vem em 240 pg/mL — tecnicamente “normal”, mas no limite inferior. Ele relata formigamento nas mãos, cansaço e dificuldade de concentração. Você poderia dispensar: “está dentro da faixa”. Mas a queixa é neurológica, e você sabe o que a literatura mostra: o dano neurológico da deficiência de B12 pode preceder a anemia — e pode ser irreversível. A pergunta é: i
Time científico Club
14 de jul.4 min de leitura


Homem 360: o paciente que só vai ao médico quando dói — e o que fazer a respeito
Nova trilha Homem 360: próstata (50 marcadores), testosterona, cardiovascular e hipertensão. A prevenção masculina que faltava.
Rodrigo Faria Matheucci
14 de jul.4 min de leitura


Vitamina D: por que o resultado do exame não diz tudo sobre a resposta do seu paciente
Concentração sérica e receptor VDR são camadas diferentes. Entenda FokI, BsmI e por que 25(OH)D “normal” pode não bastar.
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Câncer de mama e risco poligênico: o que o painel genético responde — e o que ele não responde
Marcadores em BRCA1 e BRCA2 no painel DNA Club: o que estratificam, quando indicar aconselhamento e os limites do exame.
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Massa magra: o tecido que define independência — e o gene que modula sua manutenção
A dúvida clínica que abre a consulta O paciente tem 58 anos, peso estável há uma década e exames em ordem. Pela balança, “está tudo bem”. Mas você observa: ele levanta da cadeira com apoio, a força de preensão caiu, e a bioimpedância mostra o que a balança escondeu — perdeu massa magra e ganhou gordura no mesmo peso. A pergunta que define os próximos 20 anos da vida dele: quanto dessa perda é inevitável, e quanto é ritmo que dá para mudar? O que a ciência mostra A massa magra
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura
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