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Inflammaging: a inflamação que não dói, não aparece no exame de rotina — e envelhece seu paciente
A dúvida clínica que abre a consulta Paciente de 47 anos. Sem doença diagnosticada. PCR ultrassensível levemente elevada — mas dentro do que muitos consideram “sem significado”. Queixas inespecíficas: cansaço, dores articulares intermitentes, recuperação lenta, gordura abdominal resistente. Nenhum diagnóstico se fecha. Nenhum protocolo dispara. E, ainda assim, você tem a impressão clínica — quase sempre correta — de que esse paciente está inflamado. A pergunta é: inflamação d
Rodrigo Faria Matheucci
13 de jul.4 min de leitura


Sono, cronotipo e apetite: o triângulo que sabota o emagrecimento do seu paciente
Cronotipo e sono têm base genética — e o gene FTO liga os dois ao apetite. Entenda como isso trava o resultado do seu paciente.
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Ômega-3: por que a linhaça do seu paciente vegetariano pode não estar virando EPA e DHA
A dúvida clínica que abre a consulta Sua paciente é vegetariana, consome linhaça e chia diariamente, e está convicta de que “já tem seu ômega-3”. Mesmo assim: perfil lipídico não melhora, marcadores inflamatórios não cedem, pele seca, e a queixa cognitiva de “névoa mental” persiste. Você suspeita da conversão. Mas suspeita não é conduta. Como saber se o organismo dela realmente transforma o ômega-3 vegetal em ômega-3 funcional? O que a ciência mostra O ômega-3 é uma gordura c
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Resposta a carboidratos: por que “força de vontade” não explica a recaída do seu paciente
A dúvida clínica que abre a consulta Sua paciente cumpre o plano alimentar de segunda a sexta. No domingo à noite, come metade do pacote de biscoito e chega na consulta seguinte pedindo desculpas. Você já ajustou porções, aumentou proteína, trabalhou saciedade — e o padrão volta. A leitura fácil é “falta de disciplina”. A leitura correta é outra: e se o problema não estiver no estômago, mas no sistema de recompensa? O que a ciência mostra Aqui é preciso desfazer uma confusão
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Risco cardiovascular poligênico: o que os escores tradicionais não veem no seu paciente jovem
52 marcadores de doença coronariana (PCSK9, APOB, HMGCR). Entenda o risco poligênico e como antecipar prevenção antes dos 50.
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Resposta a treinos: por que o mesmo programa entrega resultados tão diferentes
ACTN3, ADRB3 e EDN1 influenciam aptidão cardiorrespiratória e resposta ao treino. Entenda como individualizar a prescrição.
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura


Saciedade: por que seu paciente sente fome mesmo tendo comido o suficiente
A dúvida clínica que abre a consulta O plano está calculado. As calorias fecham. A proteína está adequada. E o paciente diz a frase que desmonta qualquer cálculo: “eu como, mas não fico satisfeito.” Você pode duvidar dele. Ou pode aceitar que fome e saciedade são sinais hormonais — e que sinais hormonais têm regulação genética. O que a ciência mostra Saciedade não é uma variável de força de vontade. É um circuito de três camadas, e a DNA Club avalia as três separadamente. Cam
Time científico Club
13 de jul.4 min de leitura
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